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Entrevista com Giovana Xavier — FLUP 2019

Com patrocínio do Itaú Cultural e Instituto Pró-Livro, a Mesa de Abertura da FLUP 2019 “Por que umas e não outras?” contou com a presença das debatedoras Cidinha da Silva, Flávia Oliveira, Márcia Licá e Giovana Xavier, com quem batemos um papo sobre escrita de mulheres negras, formação de público e perfil de leitoras(es). A Mesa esteve sob mediação de Ana Paula Lisboa.

COLETIVO PRETARIA: Nesse vasto campo de formação de público através da publicação de livros e do desenvolvimento de novas epistemologias, as mulheres negras têm desempenhado papel fundamental tanto na vida acadêmica quanto extra-muros das universidades. O Itaú Cultural e o Instituto Pró-Livro, observando esse cenário, tem realizado, desde a Bienal do Livro desse ano, uma ampla pesquisa de campo entrevistando as(os) frequentadoras(es) de espaços que privilegiam o contato com livros e com suas autoras e seus autores, com a intenção de mapear que público é esse, qual seu perfil e se existe de fato uma nova formação de leitores, a partir desses novos saberes, dessas novas produções. Percebemos que o mercado editorial tem se beneficiado de nós, negres, nessa construção, já que é evidente que temos promovido um levante nesse sentido. Diante disso, reconhecemos o importante momento vivido, particularmente pelas escritoras negras, na criação de massa crítica de imaginários, resgate e exaltação de nossas memórias e entrega de epistemologias negras e novas visões de mundo, não é? De que forma você enxerga esse público? Trata-se de um novo público? Percebe que existe um crescimento? Como você sente?

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Existimos para mover estruturas e construir novos paradigmas interseccionais, COM EIXO EM RAÇA, na Comunicação brasileira.

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