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Oboró — Masculinidades Negras e a reinvenção do exercer masculino

Assisti Oboró — Masculinidades Negras, no dia seguinte à estreia. A sensação que me invadiu desde então — sim, estou pensando nisso até hoje — é como esse tema precisa ser muito mais discutido. E, pela ótica negra, então, nem se fala!

Não é de hoje a impressão de que dispensamos bastante tempo criticando o machismo e seus prejuízos nas relações, sem nos aprofundarmos igualmente na compreensão da tão tóxica masculinidade que forja os homens desumanizados. E não é uma questão de geração. Mulheres assassinadas, agredidas por seus companheiros, homens sem saber como lidar com o movimento feminino em busca da liberdade de ser o que quiser, homens sem saber seu lugar nas relações, homens que abandonam suas famílias, homens gays com dificuldade em viver sua homossexualidade em pleno século XXI … Para todas essas questões, de onde virá a solução senão pelo mergulho honesto no universo masculino? Perguntas que me faço sempre que me proponho a compreender o outro (nesse caso, o homem, especificamente).

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Existimos para mover estruturas e construir novos paradigmas interseccionais, COM EIXO EM RAÇA, na Comunicação brasileira.

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